Vontade de viver é fundamental para driblar a morte

Quando descobriram o tipo de tumor retirado dos rins da cantora rio-pretense Tânia Renata Venâncio da Cruz, 42 anos, os médicos vaticinaram que ela teria, no máximo, três anos e meio de vida. “Mas não sabiam com que tipo de paciente estavam lidando,” diz a cantora. Com força de vontade, batalha, determinação e, acima de tudo, desejo de viver, há nove anos ela vem driblando a morte e ganhando o jogo da vida, apesar dos percalços. 
 
Tânia encarou esse procedimento nos rins e outros tratamentos – seis cirurgias ao todo – e espera os resultados de um exame para marcar as próximas, provavelmente mais três. Sempre com sorriso no rosto, bom humor e pensamentos positivos. “Não quero passar tristeza para a família, pois me vejo como um pilar de sustentação. Se eu cair, eles também podem cair.” 
 
A determinação de Tânia desafia a luz da razão, como ocorreu com o cantor Pedro, filho do sertanejo Leonardo, que permaneceu em coma por um mês e recebeu alta na última segunda-feira. Ao sair do hospital, onde ficou 80 dias após sofrer um acidente de carro, ele vestia uma camiseta com os dizeres em inglês, “Nunca, nunca desista” (Never, never give up). A frase representa o otimismo da família e a vontade de viver do rapaz de 25 anos. 
 
Pedro voltava de um show e sofreu o acidente em Tupaciguara (MG), quando seguia para casa, em Goiânia. Teve politraumatismo na cabeça, que resultou em um edema cerebral. Ficou na UTI mais de um mês. E não desistiu. “Sempre recomendo aos familiares conversar com os pacientes, mesmo que eles estejam entubados, para falar que estão com saudade e da importância de ele resistir,” diz o médico Paulo César Estada, do setor de traumatologia do Hospital de Base de Rio Preto. 
 
Segundo a terapeuta Cidinha D’Agostino, as boas vibrações e os incentivos ficam gravados no inconsciente de quem está com a vida na berlinda. “E isso gera uma boa imagem para o consciente.” A força de vontade na luta pela vida pode contribuir para a recuperação ser plena e mais rápida. “Pacientes com esse perfil apresentam recuperação de funções que, às vezes, até achávamos que não conseguiriam,” diz Estada.

**FONTE: m.diarioweb.com.br

Depoimento

 João Augusto Rodrigues Moitinho é advogado e consultor  jurídico, graduado pela UNESP, estudioso da física quântica, comenta o livro Ter ou Ser, eis a nova questão.
 

O Livro

 O livro “Ter ou Ser... Eis a nova questão”, apresenta uma técnica inédita, denominada Terapêutica Emocional, em que trabalha a busca do equilíbrio e da harmonização proporcionados por novos conceitos e crenças gerados pelo indivíduo a partir do conhecimento  de sua Identidade Emocional, seja ela Ter ou Ser.

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