Como o corpo reage sobre o que você pensa

Como o corpo reage sobre o que você pensa

A Terapeuta Emocional Cidinha D’Agostino revela como funciona a mente consciente, o inconsciente e  o poder que ambos exercem sobre nós. A qualidade de vida está intrinsecamente relacionada à qualidade dos nossos pensamentos.
 
Todo mundo já ouviu falar no poder da mente, mas ninguém sabe ao certo até onde isso vai. Inúmeros são os pensamentos que nos cercam diariamente, alguns bons, outros nem tanto e tantos outros de teor negativo, que acabam culminando em um stress aqui, uma dor de cabeça ali. Mas é preciso ter consciência de que o nosso inconsciente é totalmente responsável pelas nossas crenças. O inconsciente é  o responsável pelo que vai acontecer no nosso futuro e foi lá no passado, que ele também se responsabilizou pelo  que projetamos  o que vivemos em nosso presente. No inconsciente são armazenadas todas as informações contidas em nossos pensamentos, se tivermos bons pensamentos teremos uma boa qualidade de vida.
 
A nossa mente produz todos os dias cerca de 60 mil pensamentos diferentes. Eles estão sempre recheados de emoções e sensações, no entanto nem sempre esses pensamentos são positivos e é aí que mora o perigo. Tudo que pensarmos seja positiva ou negativamente influenciará de maneira direta em nossas vidas.

A cada um desses estímulos, uma imagem é projetada no nosso inconsciente, sendo que o inconsciente desconhece se você pensar mal de alguém ou sobre uma determinada situação, ele apenas vai entender e armazenar tal informação.  Murphy já dizia anos atrás que, a lei da mente é a lei da crença.  Isso significa que se os pensamentos diários e conscientes forem harmoniosos, pacíficos e construtivos, a mente inconsciente vai responder criando a harmonia, paz e situações construtivas em nossas vidas, pois o inconsciente
não conhece impossibilidades, ele tem apenas o poder da execução.

Sendo a mente inconsciente capaz de realizar, ela é também capaz de curar e gerar coisas boas, para isso basta transformar velhos padrões de pensamentos, eliminar o que for ruim e dar a possibilidade para que algo bom e novo aconteça.

A terapeuta emocional Cidinha D’ Agostino trabalha com a transformação de pensamentos e quebra de paradigmas, "Para vivermos bem, não podemos gastar energias boas com reclamações e lamentações inúteis. Nosso  inconsciente trabalha com repetições, quanto mais falamos e pensamos coisas boas, maior é o poder adquirido para fazer disso nossa realidade”, afirma a terapeuta.

Segundo a terapeuta um dois maiores vilões nesse aspecto é o sentimento de incapacidade que muitas pessoas carregam ao longo dos anos e na maioria das vezes nem têm consciência disso. “Quando a pessoa não se sente capaz diante de uma situação, essa ideia fica ali armazenada no inconsciente e vai impedir que ela se realize em algum aspecto de sua vida. Quando identificamos a imagem errada que está no inconsciente, provocando esse sentimento de incapacidade, logo em seguida trabalhamos para transformá-la em algo positivo, utilizando o mecanismo de repetição e sucessão de imagens contrárias às que geraram o sentimento”, diz.
 
A terapeuta conta ainda que nas mulheres esse sentimento de incapacidade na maioria das vezes está relacionado à ausência da  figura do pai; “A falta do pai automaticamente faz com que a menina, ainda criança,  se sinta insegura, fazendo com que esse sentimento seja carregado pra vida adulta e imperceptível  no nível consciente. Muitas vezes a mulher é muito bem sucedida profissionalmente, mas não se sente capaz de criar um filho e ai automaticamente ela não consegue engravidar”, diz.
 
Fabiana hoje com 35 anos não conseguia ser mãe, tentou inúmeras vezes por métodos convencionais e não obteve sucesso. Depois de anos tentando, resolveu recorrer à inseminação artificial e para seu desespero não conseguiu, “Eu passei três anos tentando engravidar, quando percebi que não conseguia, eu e meu marido resolvemos fazer a inseminação, essa era a nossa única esperança, mas quando percebi que não havia conseguido eu entrei em desespero, e busquei a terapia emocional pra me ajudar a enfrentar a ideia de que eu não seria mãe”.
 
Fabiana explica ainda que ficou surpresa com as identificações da terapeuta, mas resolveu seguir os conselhos à risca, “Quando eu comecei as minhas sessões de terapia, não fazia ideia que o fato deu não ser mãe poderia estar relacionado à uma emoção de perda da minha infância. Meu pai morreu quando eu tinha onze anos e eu, na adolescência não o perdoei por isso. Foi então que comecei a  trabalhar isso em mim, tive que perdoar meu pai, tive que me sentir capaz  de ser mãe, tive que me sentir mãe. Na terapia eu aprendi isso, passei a criar um universo , comprava roupinhas de nenê, tinha um caderno e nele eu escrevia frases como: meu filho está vindo, meu filho vai se chamar Bruno, fazia tudo acreditando que ele realmente chegaria e foi o que aconteceu, três meses e meio depois eu descobri que estava grávida” , conta.

Bruno hoje está com três anos e meio e a Fabiana está a espera do seu segundo filho que nasce ainda esse mês.

Depoimento

 João Augusto Rodrigues Moitinho é advogado e consultor  jurídico, graduado pela UNESP, estudioso da física quântica, comenta o livro Ter ou Ser, eis a nova questão.
 

O Livro

 O livro “Ter ou Ser... Eis a nova questão”, apresenta uma técnica inédita, denominada Terapêutica Emocional, em que trabalha a busca do equilíbrio e da harmonização proporcionados por novos conceitos e crenças gerados pelo indivíduo a partir do conhecimento  de sua Identidade Emocional, seja ela Ter ou Ser.

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